segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cientistas caçam asteroides que ameaçam a Terra


O ponto fraco que se movimenta devagar no céu parece sem perigo. O telescópio no topo da montanha que o detectou aponta que ele está se tornando uma ameaça muito séria, no entanto. É um asteroide, um jamais visto antes.Asteroide chega à posição mais próxima da Terra, diz astrônomo Nasa não tem verba para caçar asteroides mortais, diz relatório Observatório vai monitorar asteroides que possam se chocar

Pesquisas rápidas com telescópios descobrem milhares de asteroides a cada ano, mas há algo muito peculiar sobre este. O software do telescópio decide acordar vários astrônomos com uma mensagem de texto, que eles jamais esperaram receber. O asteroide está em rota de colisão com a Terra. É do tamanho de um edifício. Grande o bastante para arrasar uma cidade inteira. E, claro, ele estará aqui em três dias.Por mais inverossímil que possa parecer, o cenário é bastante plausível. Certamente, é realista o suficiente para que a força aérea dos Estados Unidos recentemente reunisse cientistas, oficiais militares e responsáveis por setores de atendimento à emergência pela primeira vez, a fim de avaliar a capacidade do país para enfrentar o fenômeno, caso ele ocorra.Os especialistas foram convidados a imaginar como as respectivas organizações responderiam no caso de um asteroide imaginário, chamado Innoculatus, colidir com a Terra após um alerta de três dias. O asteroide consistia em duas partes: um amontoado de escombros de 270 metros de diâmetro destinado a cair no oceano Atlântico, na costa oeste da África, e uma rocha de 50 metros, no melhor estilo Hollywood, diretamente em Washington.O exercício, que ocorreu em dezembro de 2008, expôs o arrepiante perigo que os asteroides proporcionam. Não somente inexiste um plano para um possível choque de asteroides, como também nossos sistemas de alerta antecipado --que poderia fazer uma diferença entre a vida e a morte-- são totalmente inadequados. A reunião criou apenas a chamada de conscientização que o organizador Peter Garreston esperava criar. Há bastante tempo, ele estava preocupado quanto à ameaça de um impacto. "Como contribuinte, eu apreciaria minha Força Aérea dando uma olhada em algo que seria, certamente, tão mau como terrorismo nuclear em uma cidade e, potencialmente, um evento de extermínio de uma civilização", observa Garreston.A última rocha espacial que poderia nos deixar em calafrios era a TC3 2008. O objeto, do tamanho de um carro, explodiu na atmosfera sobre o Sudão em outubro do ano passado. Um telescópio captou a imagem do asteroide apenas 20 horas antes do impacto -em uma distância de 500 mil km-e os astrônomos disseram que tivemos sorte por receber qualquer aviso.Felizmente, o TC3 2008 era demasiadamente pequeno para causar qualquer dano no chão, mas ele demonstrou como somos cegos para observar objetos grandes o suficiente para causar danos sérios. Mal começamos a rastrear os milhões de asteroides que cruzam o céu nas vizinhanças da Terra, tampouco aqueles que, com o impacto, têm um poder destrutivo semelhante ao de uma bomba nuclear.Impactos de asteroides não são tão raros como se pode pensar. É amplamente aceito que um asteroide ou cometa, cujo diâmetro variava entre 30 ou 50 metros, explodiu sobre Tunguska, na Sibéria, em 1908, achatando árvores em dezenas de quilômetros ao redor. A chance de um impacto semelhante é de 1 em 500 a cada ano. Dito de outra forma, isso significa 10% de chances de um impacto nos próximos 50 anos."Asteroides de 50 metros me assustam até a morte", disse Timothy Spahr, diretor do Minor Planet Center, em Massachussets. "Posso ver facilmente um objeto de 50 metros caindo em três dias, e causando um pandemônio absoluto."Durante o exercício da força aérea dos Estados Unidos, os cientistas participantes explicaram que, com aviso tão pequeno, não haveria esperança de prevenir o impacto. Mesmo que o Inoculatus fosse menor que os 50 metros propostos, pesaria centenas de milhares de toneladas, o que exigiria um enorme impulso para mudar a sua trajetória consideravelmente. Para desviar o rumo de um asteroide, a força teria que ser aplicada com anos de antecedência.Na verdade, uma arma nuclear pioraria as coisas: ao quebrar o asteroide em pedaços, alguns deles poderiam causar danos -até mesmo a partir da criação de uma tempestade de meteoros com potencial de destruir os satélites em órbita na Terra.

Esteja preparado

"Até agora, os EUA têm a maior parte da responsabilidade de lidar com o problema. É hora de outros países assumirem partes iguais a respeito do assunto", diz Richard Crowther, do Conselho de Ciência e Tecnologia do Reino Unido.

LSST Corporation
Telescópio que será aplicado para monitorar asteroides ainda não tem verba para construção
Telescópio que será aplicado para monitorar asteroides e outros corpos não tem verba

O auxílio vêm de dois novos observatórios norte-americanos, projetados para pesquisar de todo o céu visível de suas localizações, em um período curto de dias. O Telescópio de Pesquisa Panorâmica e Sistema de Resposta Rápida (Pan-Starrs, na sigla em inglês) será composto por quatro telescópios de 1,8 metro --o primeiro deles já está funcionando no Havaí. Há planos para construção de um telescópio de 8,4 metros no Chile em 2015 --mas o projeto ainda está levantando fundos. Os equipamentos vão melhorar as chances de uma detecção precoce, e vão estender em até um mês o aviso de identificação de objetos com 30 metros de diâmetro.

Impactos de asteroides são muito mais raros que furacões e terremotos -mas têm o potencial de causar danos muito maiores. "Não se trata de algo que precise de bilhões de dólares por ano em gastos, mas deve ter alguma prioridade na lista de coisas com as quais deveríamos estar preocupados", diz Irwin Shapiro, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Massachussetts. O dinheiro seria aplicado para dar uma ideia mais nítida sobre quando o próximo asteroide poderia cair. "Pelo que sabemos hoje", observa, "poderia ser na próxima semana."

sábado, 26 de setembro de 2009

Governo espanhol aprova lei do aborto que define maioridade em 16 anos


Um Absuuuuuuuuuuurdo!!!

O governo espanhol aprovou a reforma da lei do aborto neste sábado (26), que define em 16 anos a maioridade para decidir sobre a interrupção voluntária da gravidez.

A nova norma estabelece a legalidade do aborto até a 14ª semana e até a 22ª no caso de risco da vida ou da saúde da mulher, ou diante de graves anomalias no feto.

Na entrevista coletiva depois da reunião do Conselho de Ministros, a primeira vice-presidente do governo espanhol, María Teresa Fernández de la Vega, disse que "direitos, garantia, segurança e respeito são as chaves da nova lei".

Esta nova lei incorpora algumas mudanças a respeito do anteprojeto, seguindo recomendações de alguns relatórios anteriores, como o do Conselho de Estado.

O resultado, disse, é uma lei "sensata e ajustada ao direito que quer dar resposta sem dogmatismos às carências da atual".

Na opinião do vice-presidente, "ajusta-se a nossa realidade social", porque oferece segurança às mulheres no exercício de um direito e garantias aos profissionais da saúde que, partir de hoje, "terão mais claramente estabelecidos os supostos e prazos desta prestação".

O projeto de lei estabelece que, até a 14ª semana de gestação, a mulher poderá abortar, a partir da informação sobre seus direitos e sobre as ajudas que pode dispor para a maternidade, pelo menos três dias antes do aborto.

De maneira excepcional, até a 22ª semana, a mulher poderá abortar em dois casos: se estiver em risco a vida ou a saúde da grávida, ou se houvesse graves anomalias no feto.

Em ambos casos, a decisão deverá ser acompanhada de um parecer de dois médicos especialistas diferentes do que realizam a intervenção para interromper a gravidez.

Viva a Vida, Aborto nãaaaaaaao!!!!

Asteroide chega à posição mais próxima da Terra, diz astrônomo espanhol


Um asteroide de quase um quilômetro de diâmetro está a uma distância de cerca de 600 mil quilômetros da Terra, acompanhando o planeta por uma órbita paralela.

Trata-se da menor distância já relatada, que equivale a menos de duas vezes a distância da Terra até a Lua, de acordo com o astrônomo espanhol Josep Maria Bosch. "É um recorde absoluto, é o grande asteroide que se observou mais perto da Terra em toda a história", coment

A notícia foi publicada pelo jornal espanhol "El País" nesta sexta-feira (25).

O astro, que se chama 2009 ST19, vai acompanhar a Terra por mais uma semana, até que suas órbitas se separem.

O asteroide foi observado pela primeira vez no dia 16 de setembro e foi incluído na lista de asteroides potencialmente perigosos, cujas órbitas se cruzam com a da Terra.

Os primeiros cálculos indicam que a aproximação mais perigosa do ST19, que dá uma volta pelo Sol a cada 3,6 anos, se produzirá aproximadamente em 2038.

O registro foi feito pelo Centro de Observación del Universo de Ager, em Lérida, na Catalunha (Espanha).

a ele.

Enfermagem: extensão na prática



Alunos do sétimo período de Enfermagem da Universidade Tiradentes estiveram no Colégio José Conrado de Araújo, em Aracaju, para realizar uma atividade de extensão com a equipe pedagógica da instituição de ensino. Intitulado “Pedagogos do Ensino Fundamental e as Urgências Médicas: O que é que eu faço”, o projeto teve como objetivo levar informações sobre quais cuidados devem ser tomados para que o socorro possa ser prestado de forma correta durante um acidente com uma criança.

Coordenada pelas professoras Evandra Valéria, Ingrid Almeida, Sônia Ramos e pelo professor Gilvan Barreto, a iniciativa reforça as diversas ações que os cursos de graduação da Universidade Tiradentes – por meio de sua Pró-reitoria Adjunta de Assuntos Comunitários e Extensão (Paace) – tem feito junto à comunidade. Cerca de 50 alunos falaram participaram de todo o projeto e, entre os assuntos comentados, o que mais chamou a atenção foi “os cuidados que se deve tomar ao identificar uma fratura”.

De acordo com os acadêmicos, os sinais que podem indicar a presença de uma fratura na criança são: choro muito alto e de repente; você pode ouvir um som de estalo do osso quando quebra ao manusear a criança a depender da idade; você pode notar inchaço, ferimento ou calor da pele ao redor da área. Segundo a acadêmica Tatiane Vasconcelos, que cursa o sétimo período e participou da atividade, aquele que vai prestar socorro deve, acima de tudo, manter a calma. “É importante que uma equipe profissional como Samu seja acionada o mais rápido possível caso a situação seja de extremo risco. Não tentar de forma alguma por o osso no lugar é outro cuidado importante e, se houver ferimento, lavar o local com água e fazer uma compressa de gaze”, explica.

Além das fraturas, febre, corpo estranho e primeiros socorros foram outros temas abordados. Conforme salientou Tatiane, “além de levar conhecimento e capacitar os profissionais, a atividade é importante porque permite ao aluno uma prática do que se vê na sala de aula em prol da comunidade”.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Por que Jesus morreu?


1 Coríntios 11.17-34

Várias respostas são dadas a esse questionamento:
- Jesus morreu para dar exemplo aos judeus de como deveriam se comportar frente ao Império Romano – ou seja, a morte de Jesus foi a consumação de um mero exemplo de vida abnegada, altruísta e eticamente correta aos olhos da sociedade;
- Jesus morreu para derrotar o diabo. Com Sua morte, Ele desceu ao inferno, enfrentou o diabo, o derrotou e tomou de suas mãos as vidas das pessoas;
- Jesus morreu apenas para pagar os pecados dos homens. Como o homem pecou e o salário do pecado é a morte, o homem deveria morrer eternamente. Entretanto, Jesus subiu à cruz e tomou sobre si o salário que deveria recair sobre o homem, a saber, a morte.

Entretanto, olhando para o texto que fala sobre a ceia, percebemos que Jesus morreu por um motivo ainda mais sublime, muito além de apenas destruir o poder do diabo sobre as pessoas ou sofrer em si mesmo a condenação do pecado do homem. Sobretudo, Jesus morreu para formar um povo que verdadeiramente viva em unidade. Jesus morreu porque os homens estavam divididos, presos aos seus próprios egoísmos e buscando os seus interesses individuais. Então, para formar um povo diferente e que viva em real unidade, Jesus entregou Sua vida.

Esse é o argumento exposto por Paulo em I Coríntios 11.17-34. Nesse texto, ao falar da Ceia do Senhor, Paulo a coloca dentro do contexto da unidade. A Ceia foi instituída para que, dentre outras coisas, as pessoas se lembrassem de que Jesus morreu por elas para que juntas fossem um só povo; para que, de todos os povos e gentes, nações e etnias, línguas e costumes, um único povo que ande em unidade fosse formado.

Mas qual é o contexto da passagem acima citada? O que estava acontecendo para que Paulo escrevesse esse texto?

Segundo Paulo (v.17), as reuniões e cultos dos coríntios não estavam sendo nada proveitosas. Eles não se ajuntavam para aquilo que era útil, mas sim para o que era inútil. Elas não edificavam, mas sim, destruíam. Ao invés de trazerem bênção, as reuniões estavam trazendo maldição sobre as pessoas que participavam. Logo em seguida (v.18), Paulo apresenta o motivo pelo qual aquelas reuniões não edificavam. O problema girava primeiramente em torno das divisões que existiam dentro da igreja (I Co 1.10-12). Segundo Paulo, aquela existência de partidos e de opiniões diversas, em última análise, era boa porque no meio daquelas contendas e rixas ficava evidenciado quem de fato pertencia a Deus, e quem não pertencia; quem era aprovado e quem não era.

Aprovado (Dokimos) = Aquele que passa pelo teste de fogo e é aprovado.

Depois de apresentar o motivo
primeiro pelo qual aquelas reuniões não eram abençoadas, e também depois de uma breve reflexão sobre os aprovados, Paulo se volta para o motivo específico pelo qual aqueles ajuntamentos não eram para melhor, e então ele fala da ceia do Senhor (v.20). Ele diz que as pessoas que estavam ali se reunindo imaginavam que iriam participar da ceia do Senhor. De fato, os elementos da ceia até mesmo se achavam presentes, o pão e o vinho. Contudo, apesar de toda aquela preparação, de maneira alguma, afirmava Paulo, as pessoas se reuniam para a ceia do Senhor – aquela ceia não pertencia a Jesus (v.21).

Naquele tempo, como revela o texto de Judas 12 e também testemunham os pais da igreja, a ceia do Senhor acontecia em meio a uma festa em que cada um dos participantes levava comida. Nessas refeições comuns, os ricos a traziam e a compartilhavam com os pobres, assentando-se com eles em uma mesa comum. Contudo, tudo indica que essa festa começou a sofrer corrupção. Os ricos já não mais esperavam pelos mais pobres, que por serem em sua maioria escravos, não tinham como chegar antecipadamente, e comiam toda a refeição que traziam. Como se isso não bastasse, os ricos bebiam em demasiado até a embriaguez, enquanto os pobres passavam fome. Isso era uma evidente demonstração de egoísmo e soberba – as pessoas disputavam para verificar quem era melhor, mais rico ou mais “abençoado”.

Hoje vemos em muitas igrejas atitudes semelhantes: desfiles de moda – as roupas mais caras, as jóias mais sofisticadas; “concurso” de carros; e ainda qualquer tipo de ostentação que venha a gerar comparação e divisão. Isso gera ressentimentos, mágoas, discórdias e disputas. Paulo, então (v.22), os repreende e afirma que não os louvava nisso. Eles estavam acertando em algumas coisas (I Co 11.2), mas erravam ao proceder para a ceia. Depois (vv 23-26), Paulo explica por que Cristo morreu (a conjugação dos verbos e os pronomes estão no plural).

É impossível tomar a ceia sozinho; a ceia é um momento para a igreja. Podemos fazer muitas coisas sozinhos: orar, ler a Bíblia e jejuar. Mas a ceia anuncia a finalidade da morte de Jesus (Ef 2.11-16). Finalmente, Paulo compartilha conosco vários alertas:
(vv 27-32) Indignamente réu – tornar-se culpado de derramar o sangue de Cristo. Isso significa colocar-se não do lado dos que estão participando dos benefícios da paixão, e, sim, ao lado dos que foram culpados por sua crucificação;
(v.29) O Julgamento;
(v. 30) O castigo.

Para os pais, trauma da UTI neonatal pode durar


Um novo estudo da Escola de Medicina de Stanford, publicado no jornal Psychosomatics, acompanhou 18 pais com essa característica, tanto homens quanto mulheres. Após quatro meses, três tinham diagnóstico de TEPT, e sete foram considerados com alto risco para desenvolver a doença.

Em outro estudo, pesquisadores da Universidade Duke entrevistaram os pais seis meses após a data de nascimento de seus bebês. Os pesquisadores os avaliaram em três sintomas de estresse pós-traumático: evasão, falta extrema de sono e flashbacks ou pesadelos. Dos 30 pais, 29 apresentaram dois ou três dos sintomas, e 16 tinham todos eles.

"A UTIN era parecida com uma zona de guerra, com os alarmes, os ruídos, a morte e as doenças", disse Roscoe. "Não se sabe quem vai morrer e quem voltará para casa saudável".

Especialistas dizem que pais de bebês da UTIN passam por múltiplos traumas, começando com o parto prematuro, que é muitas vezes inesperado.

"O segundo trauma é ver seu próprio bebê sendo submetido a traumáticos procedimentos médicos, e também testemunhar outros bebês passando por experiências similares", disse o autor do estudo de Stanford, Dr. Richard J. Shaw, professor-associado de psiquiatria infantil em Stanford e no hospital infantil Lucile Packard.

"Em terceiro lugar, eles frequentemente recebem notícias ruins em série", explicou. "As más notícias continuam chegando. É diferente de um acidente de carro, uma agressão ou um estupro, onde você experimenta um trauma único e tudo acaba, então você tem de lidar com aquilo. Com um prematuro, sua experiência volta toda vez que você olha para seu bebê".

Abby Scharader e sua parceira, Sharon Eble, tiveram gêmeos com 23 semanas. Duas meninas, nascidas com meio quilo cada, enfrentaram uma seqüência de eventos quase fatais. "Éramos constantemente questionadas se queríamos desligar os aparelhos", disse Schrader, da Filadélfia.

Alimentação Saudável para reduzir o risco de gripe. Frutos e Legumes.


Pode a sua dieta reduzir o risco de apanhar gripe? A especialista em nutrição Dr.ª Lisa Hark, Directora do Programa Educacional de Prevenção e Nutrição da Universidade de Medicina de Pensilvânia, está convicta que sim. A Dr.ª Hark explicou-nos como uma dieta saudável pode ajudar a reduzir o aparecimento de espirros, narizes entupidos, irritação do frio e até a miserável gripe.De acordo com a Dr.ª Hark, uma alimentação saudável amplifica e reforça o seu sistema imunitário, e pode mesmo impedir que fique de cama com gripe. A chave é não esperar até ficar doente para fazer estas mudanças; precisa rever a sua dieta alimentar e estilo de vida antes que o vírus da gripe ataque.

Estes são os coselhos da Dr.ª Hark:

Confie em alimentos saudáveis, não em vitaminas.

Alimentos saudáveis são muito melhores que suplementos para a prevenção da gripe, porque através de alimentos conseguimos todo um pacote nutricional. Por exemplo, comer uma laranja é melhor do que tomar vitamina C porque a laranja oferece-lhe um conjunto de nutrientes - magnésio, potássio, folato, vitamina B6 e flavonóides ricos em antioxidantes.Mesmo sabendo que a vitamina C é importante para um sistema imunitário saudável, os estudos não mostram que tomar doses massivas de vitamina C consegue impedir o vírus da gripe de actuar. Contudo, sabemos também que comer frutas e vegetais ricos em vitamina C ajuda a tornar o sistema imunitário mais forte. O seu sistema imunitário é o que o protege de infecções virais, e os alimentos que comemos têm um impacto muito significativo na sua capacidade de combater vírus como o da gripe. A razão para os frutos e vegetais serem melhores para o sistema imunitário é porque também contêm vitaminas A e E, tal como os flavonóides que trabalham em conjunto com a vitamina C para tornar o sistema imunitário, e todo o corpo, saudável.

Coma mais frutas e vegetais

Agora que sabemos que precisamos de comer bastante frutas e legumes para tornar o sistema imunitário forte, o próximo passo é tornar este conceito numa realidade. As tendem a comer menos frutos e produtos hortícolas no inverno, o que é precisamente o contrário daquilo que deve ser feito. Toda a gente deve ingerir pelo menos 5 doses de frutos e legumes por dia de modo a obter as vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes que necessita - tudo o que precisamos para um sistema imunitário forte e saudável.Uma das formas mais simples de aumentar a ingestão de fruta e legumes é incorporar sumos naturais na sua dieta. Contudo, nem todos os sumos são adequados. Certifique-se que escolhe sumos com 100% fruta, porque os outros sumos contêm açucares extra e calorias. Para os melhores preços, tome especial atenção à sua mercearia local ou mercado municipal em busca de produtos da temporada. As laranjas, por exemplo, são geralmente mais baratas no inverno, o que contribui para a prevenção das gripes através dos citrinos.A Drª Hark assegura que comer frutas e legumes congelados é outra forma económica e conveniente de melhorar os seus hábitos alimentares e prevenir-se das gripes. A oferta de legumes congelados varia desde as ervilhas ou espinafres até exóticas combinações de pratos vegetarianos que apenas precisa de colocar no microondas.Certifique-se que as frutas e legumes fazem parte de todas as suas refeições. Basta adicionar bagas ou banana fatiada à sua taça de cereais ao pequeno almoço e beber um sumo natural de laranja. Junte uma maçã ao seu almoço e junte fatias de tomate, abacate e alface às suas sandes. Comece o jantar com uma salada ou sopa de vegetais. Habitue-se a manter a fruteira cheia para saciar o apetite entre refeições.

Teste de vacina contra Aids reduz pela primeira vez risco de infecção













Uma vacina experimental contra a Aids diminuiu, pela primeira vez, o risco de infecção pelo vírus HIV, afirmam cientistas.
A vacina - uma combinação de duas vacinas experimentais já testadas - foi administrada a 16 mil voluntários na Tailândia, no maior teste já realizado com uma vacina contra a Aids. Os pesquisadores concluíram que a vacina reduziu em quase um terço o risco de contrair o vírus HIV, que provoca a doença.O resultado está sendo visto como um avanço científico significativo, mas uma vacina global ainda está distante.

O estudo foi realizado pelo Exército americano com o governo da Tailândia e durou sete anos. Todos os voluntários - homens e mulheres com idades entre 18 e 30 anos - não eram portadores do HIV e viviam em algumas das regiões mais afetadas da Tailândia.

As vacinas combinadas para a produção desta já haviam sido testadas, sem sucesso.

Metade dos voluntários recebeu a vacina e a outra metade recebeu um placebo. Todos receberam aconselhamento sobre prevenção do vírus HIV.

Entre os voluntários que receberam a vacina, o risco de infecção pelo HIV foi 31,2% menor do que entre os que tomaram o placebo.

"O resultado é extremamente encorajador. Os números são baixos e a diferença pode se dever à sorte, mas a conclusão é a primeira notícia positiva no campo de vacinas contra a Aids em uma década", disse Richard Horton, editor da revista médica Lancet.

"Nós devemos ser cautelosos, mas ter esperança. A descoberta precisa ser replicada e investigada urgentemente."

O resultado também foi comemorado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo programa conjunto da ONU para a Aids (UN/Aids).

Segundo eles, os resultados ,"caracterizados como modestamente protetores...trouxeram nova esperança no campo de pesquisa de vacinas contra a Aids".

Estima-se que cerca de 33 milhões de pessoas no mundo são portadoras de HIV.